quinta-feira, 30 de março de 2017

Caperucita Roja visita el grupo A33

El grupo "A33" ha recibido en la tarde de hoy la profesora Tania Natel, coordinadora del proyecto Cidade Escola. Ésta ha contado a los estudiantes la historia de Caperucita Roja. Ellos han participado, interaccionando con la maestra. La escenificación de algunos fragmentos de la historia son presentados abajo.







Fotos Breno Lacerda


Passeio Cultural






Hoje, 29/3,  foi dia de visitar a biblioteca do SESI Rubem Berta. As turmas A31, A32 e A33, acompanhadas das professoras Márcia Carneiro e Cristina Noschang,  tiveram uma divertida manhã. 

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Fotos das professoras

Dona Cabra e os Sete Cabritinhos

 
 
 
 
A turma A23 I, com sua Prof. Ana Regina, leu o livro A casinha de Dona Cabra e os Sete Cabritinhos e de tema realizaram estes lindos trabalhos juntos de suas famílias!
 
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quarta-feira, 22 de março de 2017

TEATRO


Sala Álvaro Moreyra

Brechó da Humanidade

Dias: 29 e 30 de março; 5,6 ,12 e 13 de abril, às 19h.
Duração: 50 minutos.
Indicação: a partir de 14 anos.
Entrada: contribuição espontânea ao final do espetáculo.

Brechó da Humanidade - Foto de Márcio Camboa (14)
Foto de Márcio Camboa
 Brechó da Humanidade é um pequeno e incrível espetáculo de Teatro de Objetos, uma alegoria sobre a vida e os amores de Hannah Arendt, uma das mais importantes pensadoras da era contemporânea e testemunha dos anos sombrios da primeira metade do século 20. A dramaturgia não debruça-se apenas sobre a ascensão e a queda do terceiro império alemão, desdobra-se em fatos históricos e alcança os ocorridos durante o regime militar brasileiro.

quinta-feira, 16 de março de 2017

“Robin Hood” estreia em março no Teatro Novo DC em Porto Alegre


O Espetáculo Robin Hood que estreia dia 12 de março de 2017 é a nova produção da Cia. Teatro Novo. Serão 09 atores em cena nessa super produção que conta com músicas ao vivo, diversas trocas de figurino e um grande cenário que irá encantar a todos.

sábado, 4 de março de 2017

Prefeitura coloca em ‘avaliação’ projeto Territórios Negros, sobre a história afro-brasileira na Capital

Prefeitura coloca em ‘avaliação’ projeto Territórios Negros, sobre a história afro-brasileira na Capital

Fernanda Canofre
Desde 2008, projeto levava participantes para pontos da capital que historicamente foram de ocupação negra | Foto:Breno Lacerda

Depois de oito anos de trabalho, a gestão de Nelson Marchezan Jr. (PSDB) colocou “sob avaliação” o projeto Territórios Negros – uma linha de ônibus educativa que ensina sobre a história e a presença da cultura negra em Porto Alegre. O projeto, criado em 2008, foi inspirado no trajeto feito pelo poeta Oliveira Silveira, um dos idealizadores do Dia da Consciência Negra no Brasil, e traçava o percurso percorrido pela Cavalgada do Piquete dos Lanceiros Negros Contemporâneos.
A Carris diz que a decisão de reavaliar o projeto não significa que ele esteja cancelado ou suspenso. Segundo a assessoria da empresa, atualmente o projeto não estava funcionando por causa do período de férias. No entanto, não há previsão para seu retorno ou mesmo se será retomado. “Serão reconsiderados o formato e o balanço dos últimos anos do projeto Territórios e dado um encaminhamento para a tomada de ações”, explica a assessoria em nota.
A prefeitura não retornou o contato da reportagem até o fechamento desta matéria, para explicar o porquê da decisão.
No site da Carris, ainda é possível encontrar uma descrição da proposta do projeto: “Trata-se de uma linha de ônibus especial educativa, que oferece aos participantes uma viagem no tempo e na história de Porto Alegre”. No trajeto eram incluídos “pontos históricos de ocupação e constituição da população negra” na Capital, como o Pelourinho, na Igreja Nossa Senhora das Dores, o Largo Zumbi dos Palmares, o Quilombo do Areal da Baronesa, na Cidade Baixa e pontos da antiga Colônia Africana, que abrange hoje os bairros Bom Fim e Rio Branco.
O Laboratório de Ensino de História e Educação (Lhiste) da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), lançou uma nota de apoio criticando o cancelamento do projeto. No texto, o grupo destaca que a iniciativa era “inédita no país” e contou com público de 30 mil pessoas durante mais de oito anos de atividades. A maioria dos participantes foram alunos da rede pública de ensino.
A Lhiste ainda lembra que o percurso é uma forma de “acessar histórias muitas vezes silenciadas e desconhecidas, menorizadas diante da supervalorização da colonização europeia e branca”. “O cancelamento dessa ação educativa sem similar em todo o território nacional é um retrocesso e uma perda sem reparação, (…) Tal medida, por parte da atual gestão municipal da cidade, necessita de denúncia e debate público, pois suscita o desconhecimento acerca da importância de um projeto de amplo alcance e significância e contribui para o silenciamento das histórias dos afro-brasileiros em Porto Alegre”, segue o texto.

foto: Breno Lacerda

FONTE: Desde 2008, projeto levava participantes para pontos da capital que historicamente foram de ocupação negra | Foto: Carris/Divulgação
Queridos colegas!!! JUNTOS SOMOS MAIS!!!!